segunda-feira, 15 de julho de 2013

Adamantium pode vir a ser realidade

[ por Gelson Weschenfelder @Gweschenfelder ]

Claro que todos sabem o que é o adamantium. O que? ainda não sabe? Ok, para os desavisados aqui vai um pequeno resumo " o adamantium é um metal à base de ligas de ferro muito denso, artificial, que é virtualmente indestrutível. Uma pequena quantidade é capaz de sobreviver à várias explosões nucleares, sem danos. Uma lâmina de adamantium puro é capaz de cortar qualquer substância conhecida, com as exceções do próprio adamantium e o escudo do Capitão América (que é de Vibranium). E esse metal reveste os ossos do Wolverine e de suas garras".

Bom, explicado então agora vem a notícia: Em breve, cientistas podem ser capazes de criar um metal tão forte e leve quanto as garras do super-herói Wolverine. Um estudo da Universidade Estadual da Carolina do Norte (EUA) está desenvolvendo novos metais com o “Adamantium" em mente.

O negócio é sério. Por exemplo, um avanço feito em 2008 por pesquisadores da Universidade Estadual de Caroline do Norte resultou em uma liga de ferro extremamente forte com alta estabilidade térmica (a resistência é definida como a capacidade de um material de resistir a forças sem deformação ou ruptura, e a estabilidade térmica é a capacidade de um material de manter a sua força a temperaturas elevadas; até 1.300 graus Celsius, neste exemplo).

“Essas características são importantes, porque quanto mais forte um material é, menos dele você precisa”, diz Mathaudhu. “Assim, um material mais forte que pode suportar altas temperaturas é uma promessa para o uso em ambientes extremos”. Por exemplo, motores ou estruturas de apoio em aviões ou automóveis mais leves podem significar maior eficiência de combustível.
O desenvolvimento de novas ligas está em aceleração. Os pesquisadores estão usando modelos computacionais para projetar ligas com características personalizadas, ou seja, com a mistura precisa de força, resistência e flexibilidade necessária para fazer um trabalho específico.
Os dados desses modelos permitem que os cientistas digam quanto de cada elemento precisa ser incorporado a uma liga de ferro, e que procedimentos são necessários para chegar a liga metálica desejada.
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